Publicado em 25/09/2015Piso elevado interno

Piso elevado interno

Como fazer a instalação de pisos elevados internos

Depois de pronto o contrapiso, a instalação do piso elevado interno é simples, e exige atenção especial ao projeto de paginação de pisos, aos cortes necessários de peças e pedestais de apoio, de acordo com a altura em que deve ser nivelado.

O sistema é composto por pedestais centrais (PDC), também chamados Tipo A, para apoio no centro de placa ou entre as placas; pedestal de acabamento (PDA), ou Tipo B, para montagem nos perímetros de área e recortes de placas, além das placas de piso, propriamente ditas, e parafusos.

O profissional deverá estar uniformizado e identificado, e portar óculos de segurança, protetor auricular, botas de segurança com biqueira de aço, luvas de PVC, máscara para pó e gases, capacete e cinto de segurança.

Os equipamentos necessários para o trabalho são: ventosa de borracha, martelos de borracha e de aço, nível de bolha ou laser, trena, serras tico-tico, mármore (ou arco de serra) e copo, e chaves de fenda e Philips.

Confira na galeria de fotos!

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  • Antes da instalação, vistorie o local, certificando-se de que o piso de base ou contrapiso tenha condições de montagem – deve estar livre de depressões, falhas, material arenoso ou em fragmentação, e sem trincas. É essencial que a base esteja regularizada, nivelada, limpa, seca e sem entulho – Foto: Marcelo Scandaroli
  • Um projeto de paginação do piso prevê a posição exata de cada elemento do sistema elevado, mostra onde peças terão de ser cortadas para ajuste de área e de altura e passagem de cabeamentos e tubulações. Na foto, são usados pedestais de sete centímetros de altura – Foto: Marcelo Scandaroli
  • Diretamente sobre o contrapiso, e antes de posicionar as placas do piso elevado, abra uma manta de polietileno expandido antichamas sobre a área, que serve para proteger o cabeamento elétrico e facilitar manutenções – Foto: Marcelo Scandaroli
  • Existem pedestais de dois tipos, para placas intermediárias (maior) e para placas de extremidade (menor). Esses últimos permitem que a placa encoste na parede, como será mostrado adiante – Foto: Marcelo Scandaroli
  • Essa é a maneira como os pedestais devem ser acoplados à placa de piso elevado, com os menores no lado que fica em contato com a parede – Foto: Marcelo Scandaroli
  • Note que as placas contam com encaixes próprios para a fixação dos pedestais – Foto: Marcelo Scandaroli
  • Ao serem colocadas no local definitivo, ocorrerá o encaixe entre as placas – Foto: Marcelo Scandaroli
  • As placas devem ser fixadas sucessivamente, conforme determina o projeto de paginação do piso – Foto: Marcelo Scandaroli
  • Os pisos elevados permitem a passagem das instalações por baixo de sua superfície. Por isso, sempre confira tanto o projeto de paginação quanto o projeto de instalações elétricas, para saber por onde devem ser passados fios e cabos – Foto: Marcelo Scandaroli
  • A fixação definitiva é feita com leves batidas na parte superior da placa (com o martelo de borracha), o que garante bom encaixe dos pedestais – Foto: Marcelo Scandaroli
  • Com resistência de 1.200 kg/m2 e de 150 kg para cargas pontuais, por vezes é necessário reforçar a capacidade de carga do sistema. Isso ocorre em locais onde serão apoiadas estantes e armários, paredes divisórias ou de gesso acartonado. O reforço é feito com novos pedestais de acabamento (PDA) – Foto: Marcelo Scandaroli
  • Nos pontos em que é necessário cortar a placa, use serra elétrica circular – Foto: Marcelo Scandaroli
  • Mesmo nos locais em que houver cortes, use pedestais para apoiar as placas – Foto: Marcelo Scandaroli
  • Após a instalação, o corte fica imperceptível – Foto: Marcelo Scandaroli
  • O mesmo procedimento serve para cortes convencionais, como os de borda. É importante sempre colocar pedestais, mesmo nas placas cortadas – Foto: Marcelo Scandaroli
  • A retirada das placas é feita com ventosas de borracha específicas para essa finalidade – Foto: Marcelo Scandaroli
  • Essa é a aparência final do piso, concluída a instalação.Antes da liberação, é preciso vistoriar a área, certificando-se de que o piso está totalmente travado e que a superfície não se movimenta. Ele deverá estar nivelado, sem ondulações, com recortes do perímetro totalmente apoiados em pedestais de montagem cobertos por rodapés. Depois, é possível aplicar revestimentos superficiais, como carpete, laminados, pisos vinílicos, parquet, porcelanato, granito, mármore ou cimentícios – Foto: Marcelo Scandaroli
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