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Publicado em 19/11/2013

Brasil no WAF

Arquitetos indicados a cobiçado prêmio internacional mostram seus projetos finalistas

Oito projetos de arquitetos brasileiros foram indicados ao prêmio da sexta edição do World Architecture Festival Awards (WAF 2013), encontro mundial que aconteceu de 2 a 4 de outubro, em Cingapura.

Entre os 302 projetos selecionados, provenientes de 50 países, estavam trabalhos dos arquitetos Flávio Castro, Gustavo Penna, Marcio Kogan e Isay Weinfeld. Quatorze projetos disputaram com a Casa Planalto, de Flavio Castro, na categoria residencial. Cada concorrente trazia contextos, tecnologias e problemáticas diferentes. “Participar deste tipo de premiação expande muito nossos horizontes”, diz.

Nenhum dos brasileiros, no entanto, ficou em primeiro lugar na categoria. O projeto premiado foi a residência Meditation, do escritório libanês MZ Architects. Já a Eco Villas Catuçaba, do Studio MK27 (liderado pelo brasileiro Marcio Kogan), teve a segunda menção honrosa.

O arquiteto mineiro Gustavo Penna foi finalista no WAF pela terceira vez. Em 2009 apresentou o Memorial da Imigração Japonesa; em 2010, a Casa Manacás. Este ano chegou à disputa com a Casa Braga, em Nova Lima (MG).  Conheça os projetos brasileiros finalistas.

Você sabe como fazer chapisco e reboco? Essas duas técnicas fazem toda diferença no resultado final de uma obra e garantem que a parede fique em perfeito estado para receber o acabamento.

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  • Projetada por Gustavo Penna para ocupar um terreno de mil metros quadrados em Nova Lima (MG), a Casa Braga é uma estrutura alongada que une frente e fundos do terreno por meio de espaços que ficam circundados de vegetação. A planta é bastante flexível, e permite que os arranjos internos sejam sempre alterados. A cobertura acompanha essa dinâmica e traz à memória o jogo de telhados das tradicionais casas mineiras. O concreto, usado para compor engenharia, estrutura e arquitetura, se destaca enquanto linguagem e estilo. Na Casa Braga, é o concreto quem fala - Foto: Divulgação
  • Projetada por Gustavo Penna para ocupar um terreno de mil metros quadrados em Nova Lima (MG), a Casa Braga é uma estrutura alongada que une frente e fundos do terreno por meio de espaços que ficam circundados de vegetação. A planta é bastante flexível, e permite que os arranjos internos sejam sempre alterados. A cobertura acompanha essa dinâmica e traz à memória o jogo de telhados das tradicionais casas mineiras. O concreto, usado para compor engenharia, estrutura e arquitetura, se destaca enquanto linguagem e estilo. Na Casa Braga, é o concreto quem fala - Foto: Divulgação
  • Projetada por Gustavo Penna para ocupar um terreno de mil metros quadrados em Nova Lima (MG), a Casa Braga é uma estrutura alongada que une frente e fundos do terreno por meio de espaços que ficam circundados de vegetação. A planta é bastante flexível, e permite que os arranjos internos sejam sempre alterados. A cobertura acompanha essa dinâmica e traz à memória o jogo de telhados das tradicionais casas mineiras. O concreto, usado para compor engenharia, estrutura e arquitetura, se destaca enquanto linguagem e estilo. Na Casa Braga, é o concreto quem fala - Foto: Divulgação
  • Do Studio MK27, a casa MM, de Marcio Kogan, foi construída em terreno de 715 m2 da cidade de Bragança Paulista (SP). Está organizada sobre o cruzamento de dois eixos perpendiculares. Num deles se assenta volumetria horizontal, com telhado verde que se funde ao entorno da edificação. No outro, um vazio que se estende externamente para deck de madeira e piscina. O concreto é tratado com cuidado, desde a escolha de um tipo de cimento mais claro, para atingir o efeito estético pretendido, até a definição do traço e a escolha das ripas de madeira para confeccionar fôrmas – importantes no resultado do acabamento de paredes em concreto aparente, liso ou texturizado - Foto: Fernando Guerra
  • Próxima ao Rio Pinheiros, no bairro do Morumbi, capital paulista, a Casa Pinheiro é um jogo de encaixe, viabilizado pelo concreto, que molda sua estrutura ao mesmo tempo em que uniformiza a fachada. Segundo Marcio Kogan, arquiteto que assina o projeto, é o concreto quem fornece à obra um apelo “natural” e, ao mesmo tempo, “brutalista”. A vantagem é que exigirá pouquíssima manutenção no pós-obra. O jogo de três volumes cria arquitetura dinâmica ao oferecer relações visuais de cheio e vazio, entre áreas privadas, semiprivadas e abertas à cidade. Essas caixas são formalizadas por frames de concreto aparente - Foto: Fernando Guerra
  • Próxima ao Rio Pinheiros, no bairro do Morumbi, capital paulista, a Casa Pinheiro é um jogo de encaixe, viabilizado pelo concreto, que molda sua estrutura ao mesmo tempo em que uniformiza a fachada. Segundo Marcio Kogan, arquiteto que assina o projeto, é o concreto quem fornece à obra um apelo “natural” e, ao mesmo tempo, “brutalista”. A vantagem é que exigirá pouquíssima manutenção no pós-obra. O jogo de três volumes cria arquitetura dinâmica ao oferecer relações visuais de cheio e vazio, entre áreas privadas, semiprivadas e abertas à cidade. Essas caixas são formalizadas por frames de concreto aparente -Foto: Fernando Guerra
  • No Planalto Paulista, em São Paulo, dois grandes volumes perpendiculares arquitetados por Flavio Castro demarcam terreno de 800 m2 e separam as funções de uso na residência Planalto. Um terraço-jardim configura a cobertura do bloco transversal, que abriga área de churrasqueira e garagem. O concreto foi utilizado como parte da estrutura, ficando totalmente aparente para revelar técnica construtiva usada na execução - Foto: Divulgação
  • No Planalto Paulista, em São Paulo, dois grandes volumes perpendiculares arquitetados por Flavio Castro demarcam terreno de 800 m2 e separam as funções de uso na residência Planalto. Um terraço-jardim configura a cobertura do bloco transversal, que abriga área de churrasqueira e garagem. O concreto foi utilizado como parte da estrutura, ficando totalmente aparente para revelar técnica construtiva usada na execução - Foto: Divulgação
  • No Planalto Paulista, em São Paulo, dois grandes volumes perpendiculares arquitetados por Flavio Castro demarcam terreno de 800 m2 e separam as funções de uso na residência Planalto. Um terraço-jardim configura a cobertura do bloco transversal, que abriga área de churrasqueira e garagem. O concreto foi utilizado como parte da estrutura, ficando totalmente aparente para revelar técnica construtiva usada na execução - Foto: Divulgação
  • No Planalto Paulista, em São Paulo, dois grandes volumes perpendiculares arquitetados por Flavio Castro demarcam terreno de 800 m2 e separam as funções de uso na residência Planalto. Um terraço-jardim configura a cobertura do bloco transversal, que abriga área de churrasqueira e garagem. O concreto foi utilizado como parte da estrutura, ficando totalmente aparente para revelar técnica construtiva usada na execução - Foto: Divulgação
  • No Planalto Paulista, em São Paulo, dois grandes volumes perpendiculares arquitetados por Flavio Castro demarcam terreno de 800 m2 e separam as funções de uso na residência Planalto. Um terraço-jardim configura a cobertura do bloco transversal, que abriga área de churrasqueira e garagem. O concreto foi utilizado como parte da estrutura, ficando totalmente aparente para revelar técnica construtiva usada na execução - Foto: Divulgação
  • No Planalto Paulista, em São Paulo, dois grandes volumes perpendiculares arquitetados por Flavio Castro demarcam terreno de 800 m2 e separam as funções de uso na residência Planalto. Um terraço-jardim configura a cobertura do bloco transversal, que abriga área de churrasqueira e garagem. O concreto foi utilizado como parte da estrutura, ficando totalmente aparente para revelar técnica construtiva usada na execução - Foto: Divulgação
  • No Planalto Paulista, em São Paulo, dois grandes volumes perpendiculares arquitetados por Flavio Castro demarcam terreno de 800 m2 e separam as funções de uso na residência Planalto. Um terraço-jardim configura a cobertura do bloco transversal, que abriga área de churrasqueira e garagem. O concreto foi utilizado como parte da estrutura, ficando totalmente aparente para revelar técnica construtiva usada na execução - Foto: Divulgação
  • Inspirado nas montanhas, o arquiteto Marcio Kogan desenvolveu projeto de conceito completamente autossustentável. As casas da Ecovillas Catuçaba são delineadas por amplos espaços internos e externos, equipadas com painéis solares e isolamento térmico e acústico. O conjunto recebeu turbina eólica para geração de energia renovável - Foto: Fernando Guerra
  • Como o próprio nome informa, a Casa Cubo é volume cúbico perfeito. Projetada pelos arquitetos Marcio Kogan, Suzana Glogowski e Diana Radomysler, para 540m2, foi construída com materiais aparentes - concreto e chapas metálicas perfuradas. O andar térreo tem desenho exclusivo, em padrão geométrico circular e estampa dinâmica para o piso, que ressalta o plano horizontal. O concreto também tem relevo no piso, para peças de ladrilho hidráulico - Foto: Fernando Guerra
  • Inspirado nas montanhas, o arquiteto Marcio Kogan desenvolveu projeto de conceito completamente autossustentável. As casas da Ecovillas Catuçaba são delineadas por amplos espaços internos e externos, equipadas com painéis solares e isolamento térmico e acústico. O conjunto recebeu turbina eólica para geração de energia renovável - Foto: Fernando Guerra
  • Do Studio MK27, a casa MM, de Marcio Kogan, foi construída em terreno de 715 m2 da cidade de Bragança Paulista (SP). Está organizada sobre o cruzamento de dois eixos perpendiculares. Num deles se assenta volumetria horizontal, com telhado verde que se funde ao entorno da edificação. No outro, um vazio que se estende externamente para deck de madeira e piscina. O concreto é tratado com cuidado, desde a escolha de um tipo de cimento mais claro, para atingir o efeito estético pretendido, até a definição do traço e a escolha das ripas de madeira para confeccionar fôrmas – importantes no resultado do acabamento de paredes em concreto aparente, liso ou texturizado - Foto: Fernando Guerra
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