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Construções sustentáveis

Confira como a Votorantim Cimentos realiza processos sustentáveis desde a fabricação de seus produtos até a execução dos mesmos nas obras

Publicado em 28/05/2018A importância do controle financeiro de projetos
Cuidados são primordiais para garantir que, tanto construtora quanto incorporadora, obtenham lucro na entrega da obraCréditos: Shutterstock

A importância do controle financeiro de projetos

Atenção na hora de formular contratos é imprescindível para controlar o desempenho da obra e dos recursos

Controlar as finanças de uma obra é premissa fundamental para garantir sua rentabilidade, tanto para a construtora quanto para a incorporadora. No entanto, o controle financeiro de projetos é diferente de acordo com o objetivo de cada uma delas.

Para a incorporadora, responsável pela criação do empreendimento, é necessário mensurar, por exemplo, o ROI (Retorno de Investimento), enquanto, para a construtora, responsável por executar a obra, o mais importante é garantir que o orçamento siga dentro do planejado.

Francisco Antunes de Vasconcellos Neto, vice-presidente do Sindicato da Indústria da Construção Civil do Estado de São Paulo (SindusCon-SP), explica que a incorporadora deve se atentar para descobrir se o custo da obra está chegando dentro do número de vendas que foi realizado. “Já no caso da construtora, como ela tem a operação na mão, ela tem um custo estimado para aquela obra que, obviamente, deve ser menor do que o preço que ela deu e ela precisa fazer a administração desse custo para que não fuja do controle”.

O principal documento existente para fazer o controle financeiro, no caso do investidor, é o estudo de viabilidade que foi realizado e que conta com o ROI, com a taxa interna de retorno, o orçamento estimado para aquela obra e todas as análises necessárias do ponto de vista financeiro do empreendimento.

Controle financeiro: Orçamento

Todo controle financeiro parte de uma premissa que é o orçamento. Portanto, a qualidade desse orçamento é fundamental para garantir que os custos estejam corretos e que haja lucratividade para a construtora. “Hoje existem muitos RPs no mercado, que são programas nos quais você consegue identificar em quais itens você está gastando naquele empreendimento e pode fazer um acompanhamento constante desses gastos e dessas contratações”, explica o vice-presidente do SindusCon-SP.

Existem formas de cálculo de desempenho de custos que são utilizadas pelas construtoras, como a Metodologia de Valor Agregado, que define uma série de técnicas para fazer o controle do que se foi gasto e começar a realizar projeções para o futuro. É importante ter o controle dos custos no presente para saber como eles vão se comportar no futuro.

Cuidados na gestão

Entre os cuidados que se deve tomar para garantir esse bom controle está a realização de uma boa gestão de contratos. “Hoje qualquer obra é um aglomerado de contratos e subcontratados e serviços especializados, então, é fundamental que eles sejam bem feitos”, afirma Francisco Antunes de Vasconcellos Neto. Na elaboração do contrato, é preciso estruturar seu escopo e seu custo, além de fazer um acompanhamento mensal de seu desenvolvimento com o controle de custos.

Para garantir que não ocorram erros nas contratações e aumento de custos antes da entrega da obra, uma das dicas é alinhar corretamente todas as informações entre a área de operações, de suprimentos e financeira. A estrutura estabelecida no orçamento deve ser seguida na hora de formular os contratos. Por exemplo, ao elaborar o orçamento para contratar a mão de obra geral da construção, a construtora dividiu no documento as várias etapas da obra.

É importante que na hora de realizar a contratação da empresa para o serviço geral, ele também esteja dividido nessas mesmas etapas para que você saiba onde está alocando seus custos. Caso seja contratado o valor do serviço de forma geral e a construtora não saiba em quais itens foram alocados os recursos, fica mais difícil dimensionar as possíveis variações de gastos futuros.

“Essas dificuldades podem gerar algum tipo de descontrole. Você acha que a obra está indo bem e está economizando quando, na verdade, mais para frente, você chega à conclusão que está gastando mais dinheiro do que deveria. Então, é muito importante que quem faça essa gestão de custos da obra tenha um conhecimento dos processos produtivos para que consiga fazer efetivamente uma alocação clara de recursos e consiga fazer o controle”, explica o vice-presidente do SindusCon-SP.

 

 

 

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